terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Anonymous quer abrir site de compartilhamento de arquivos

O fechamento do Megaupload se transformou em uma verdadeira questão de honra para o grupo hacker Anonymous. Após derrubar uma série de sites ligados ao governo ou à indústria do entretenimento, os ativistas criaram o Anonyupload, um site que pretende ser uma alternativa segura e “anônima” para compartilhamento de arquivos.

No momento, o grupo afirma estar em um processo de configuração de servidores, que estariam localizados na Rússia. Ou seja, longe de qualquer lei ou iniciativa americana relacionada à pirataria ou direitos autorais. O Anonymous também pede ajuda financeira a seus apoiadores, afirmando que precisa de fundos para adquirir mais infraestrutura e melhorar a qualidade dos serviços.

A previsão é que o Anonyupload comece a funcionar já nesta quarta-feira, dia 25 de janeiro.

Anonymous disponibiliza sua própria distribuição Linux

Conhecido por atacar governos e empresas que julga culpados por se oporem à liberdade de expressão, o Anonymous agora também ataca no campo dos sistemas operacionais. Baseada no Ubuntu 10.04, foi criada uma distribuição Linux própria ao grupo que, apesar de ainda incompleta, já pode ser baixada pelos curiosos.

Entre os aplicativos que acompanham o software, estão o Comix, Emesene, Liquid War, VLC e Gwibber, além de uma suíte de segurança que inclui o Tor, TrueCrypt, macchanger e o Vidalia, entre outros. Para entrar no sistema é preciso usar o login “anon1mous” e a senha “anon”. Clique aqui para baixar a novidade hospedada no site Multiupload.

Dúvida: Posso aumentar a vida útil da bateria removendo-a do notebook?

A maioria dos notebooks utiliza bateria de íons de lítio (Li-Ion). Em teoria, elas não deveriam apresentar quaisquer problemas de “vício” ou perda de capacidade. Porém, a história é bem diferente na prática, quando vemos que a carga não dura nem metade do que é prometido.

A partir desse tipo de situação é que surgem tutoriais que em teoria resultam na salvação da bateria. Uma das dicas que circula na web recomenda a remoção da bateria para que a vida útil dela seja prolongada. Mas será que isso funciona mesmo? É o que vamos desvendar hoje!
O funcionamento da bateria

Antes de falar da vida útil, precisamos entender como a energia flui no interior da bateria. Os modelos de íons de lítio possuem cinco principais elementos: o ânodo, o cátodo, o separador, o eletrólito e os íons.

(Fonte da imagem: Divulgação/Vaky z - Wikimedia Commons)
Usando os íons para alimentar o computador

Os íons ficam embutidos no ânodo, o eletrodo negativo. Quando você liga o computador sem estar com o cabo conectado à tomada, os íons começam a transitar do ânodo para o cátodo (o eletrodo positivo). Para fazer tal caminho, eles passam pelo eletrólito e pelo separador — esse último é uma folha fina de plástico que separa os eletrodos. Esse processo libera energia para os componentes da sua máquina, mas resulta na descarga da bateria.

Na hora de recarregar, o processo inverso ocorre. A energia que alimenta a bateria forçará os íons a voltarem para o ânodo, deixando-os prontos para mais um processo de descarga. Esses processos de ida e de volta dos íons poderiam ser realizado eternamente, porém, alguns íons podem ficar presos nos eletrodos, o que reduz a capacidade da bateria e o tempo de vida.
Remover ou não remover, eis a questão...

Agora, você já tem uma noção de como funciona sua bateria, portanto, vamos responder a grande pergunta. Afinal, posso aumentar a vida útil da bateria removendo-a do notebook? Sim! A bateria tende a durar muito mais quando ela é removida do seu laptop, afinal, a quantidade de ciclos de recarga tende a diminuir. Mas há outros motivos para você realizar esse procedimento.

Primeiro, existe o problema do superaquecimento do computador. O calor é um grande inimigo da bateria, pois ele promove reações químicas, o que pode reduzir a capacidade das células da bateria. Pense que uma bateria já aquece sozinha, caso você deixe-a conectada sem necessidade, o calor proveniente dos demais componentes vai piorar as coisas.

Depois, o mau funcionamento da bateria pode surgir em decorrência de sobrecarga ou de altas tensões. Deixar a bateria carregando sempre é algo desnecessário, ainda mais que ela pode sofrer danos por manter alguns poucos íons realizando o mesmo processo continuamente. Normalmente, os notebooks vêm devidamente regulados para evitar problemas com voltagens, porém, se um regulador falhar, sua bateria pode ser danificada.
Dicas para fazer sua bateria durar mais
Sempre que o notebook estiver ligado à tomada, remova a bateria para evitar danos;
Quando for usar a bateria, evite atingir níveis abaixo de 20%;
Nunca deixe a bateria perder toda a carga;
Recarregue a bateria quando o notebook não estiver em uso;
Quando for usar o notebook somente com a bateria, procure usá-lo em locais bem refrigerados e, de preferência, use acessórios para manter o PC sempre com baixas temperaturas;

Enfim, por mais tecnologia que exista no campo de energia e baterias, parece que os problemas nunca são totalmente solucionados. Esperamos que as dicas tenham sido úteis e que você procure economizar sua bateria. Até uma próxima!

Leia mais: http://www.tecmundo.com.br/bateria/18203-posso-aumentar-a-vida-util-da-bateria-removendo-a-do-notebook-.htm

sábado, 14 de janeiro de 2012

Confirmado: Windows 8 bloqueará uso de Linux em máquinas com arquitetura ARM



Há alguns meses, começaram a circular na internet boatos de que a Microsoft bloquearia a instalação de outros sistemas operacionais (SO) em computadores originalmente vendidos com o Windows 8 instalado. 

O bloqueio funcionaria por meio de uma certificação exclusiva durante a inicialização do sistema, que usaria uma medida de segurança chamada de “UEFI secure boot”. Isso significa que para instalar um novo SO, o dono do computador precisaria ter uma chave para desativar essa função. Conforme a notícia do Software Freedom Law Center, esse bloqueio foi confirmado para máquinas que usarem arquitetura ARM.
A base para a afirmação é o Certificado de Requerimentos de Hardware do Windows. Conforme o documento, a inicialização do Windows 8 conta com uma opção customizada, em que você pode instalar o sistema que desejar, porém, essa regra não se aplica aos dispositivos ARM. Nem isso, nem mesmo a possibilidade de desabilitar a função “UEFI secure boot” estará disponível para esse tipo de equipamento.
Por fim, o pessoal do Software Freedom acusa a Microsoft de cinismo, pois a confirmação da trava contraria o que foi dito em um blog oficial da empresa, na postagem em que Steve Sinofsky negava as acusações de que a fabricante cercearia a liberdade de escolha de seus clientes.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/microsoft/17903-confirmado-windows-8-bloqueara-uso-de-linux-em-maquinas-com-arquitetura-arm.htm#ixzz1jUKQL5dp

Qual é a origem do nome dos navegadores


Você alguma vez já se perguntou qual é a origem do nome do seu navegador preferido? Alguns nomes podem parecer óbvios depois de certo tempo, mas à época do lançamento, entender a origem deles não era uma tarefa tão simples assim.

O Tecmundo foi pesquisar o porquê da escolha dos nomes para alguns dos navegadores mais conhecidos do mercado: Internet ExplorerGoogle ChromeMozilla FirefoxSafari e Opera. Será que você consegue deduzir a origem de cada um deles?


Internet Explorer


Em 1995, a internet era algo novo para praticamente todo mundo. Por isso, explorar o que ela tinha de melhor era uma tarefa árdua e a proposta do navegador era facilitar esse processo. A Microsoft partiu para um nome simples, mas eficiente. O termo “explorer” é de fácil entendimento também em outros idiomas e, por muitos anos, o aplicativo foi o mais utilizado na web.

Chrome


A paixão por carros de um dos designers da Google fez com que o navegador tivesse esse nome. Pode não parecer óbvio, mas a escolha foi feita por ele porque ao ouvir o termo “chrome” o designer associava o termo com carros de alta velocidade. Como ninguém estava satisfeito com os nomes utilizados até então no projeto, o termo foi adotado e se mostrou uma escolha acertada.

Mozilla


No caso da Fundação Mozilla, vale a pena fazer uma distinção entre os termos “Mozilla e “Firefox”. A palavra que dá origem ao nome da fundação foi utilizado como um código interno ainda durante o desenvolvimento do Netscape Navigator. O nome é propriedade de Jamie Zawinski e é uma combinação das palavras “mosaic” (mosaico, em português) e “killer” (assassino, em português).

Firefox


Inicialmente, o Firefox se chamaria Phoenix, mas por problemas legais a Fundação Mozilla precisou trocar o seu nome logo após o lançamento. A segunda opção foi Firebird, mas o nome também estava indisponível. Então, após consultar seus advogados, a fundação decidiu usar o nome de Firefox, um panda vermelho que nada tem a ver com os nomes anteriores.

Safari


Apple adorou nomes como Panther, Lion, Snow Leopard e Tiger em suas versões de sistema operacional. Qual seria o melhor nome para indicar um aplicativo que permitisse aos consumidores circular em meio a tantas feras? A escolha do nome Safari acabou sendo uma opção natural para a empresa.

Opera


São várias as razões que levaram à escolha do nome Opera. O termo “opera” é igual em diversas partes do mundo e este é um termo bastante enraizado nas mais diversas culturas. Além disso, óperas costumam ser refinadas e de qualidade, ideal perseguido pelos desenvolvedores do browser. Por fim, óperas são uma opção de entretenimento, função que um navegador deve cumprir com maestria.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/navegador/17904-qual-e-a-origem-do-nome-dos-navegadores.htm#ixzz1jUJPja7d

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

8 programas e apps que transformam a sua vida em um jogo


 

Homem usando um dos quiosques do Greenopolis para arrecadar pontos, que virarão descontos em produtos. (Fonte da imagem: Greenopolis)
Os games e aplicativos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, permitindo que permaneçamos o tempo todo conectados. Seja no computador, tablet ou smartphone, temos uma infinidade de alternativas para garantir momentos de diversão e aprendizado.
Acompanhando a popularização desses gadgets, as indústrias de jogos e de desenvolvimento de softwares aproveitam para expandir seus limites. E quando dizemos isso, não estamos apenas nos referindo a novos mercados. Agora, eles querem transcender as barreiras entre mundo real e virtual.
A nova tendência para softwares e games é transformar a sua vida em um “jogo”. A ideia central desse tipo de programa é utilizar os dados que você fornece durante sua rotina ao usar o celular e o notebook, por exemplo, para criar situações interativas no mundo real. As aplicações para esse tipo de sistema são ilimitadas.
Se você pensou que tais aplicativos demorariam a chegar às nossas mãos, saiba que esse cenário já é uma realidade. Neste artigo, vamos mostrar alguns programas que possibilitam que o seu dia a dia contextualize a sua interação com o mundo virtual, trazendo benefícios para o seu corpo, mente e bolso.

Por um corpo mais saudável


É difícil encontrar uma pessoa que vá para a academia por pura e simples satisfação. Geralmente, malhamos por uma questão de saúde ou aparência. Se você faz parte do grupo que pratica esporte “obrigado” ou que ainda não teve a oportunidade de colocar os músculos para trabalhar, o Nexercise pode ser a motivação que faltava.

 
(Fonte da imagem: Divulgação)

O aplicativo para iOS rastreia atividades que vão desde corrida e levantamento de peso a esgrima e polo, recompensando os esportistas com produtos gratuitos e descontos. Segundo o desenvolvedor, a pontuação não é dada por quantos quilômetros você percorreu ou quantos quilogramas você levantou no supino. Os pontos são oferecidos apenas por você adotar um comportamento saudável.
Outro serviço desse gênero é o Fitocracy, um game social no qual você é capaz de transformar as suas metas na academia em um jogo. A cada objetivo completado, pontos são somados ao seu perfil. Assim, ao mesmo tempo em que você estará aumentando o seu nível no game, você também terá muitos benefícios na sua saúde.

Reciclagem lucrativa


Na onda da sustentabilidade, o Greenopolis pode ser uma saída “rentável” tanto para o meio ambiente como para a sua conta bancária. Esse sistema consiste em postos de coleta de material reciclável espalhados por parques, postos de combustível, escolas, restaurantes e centros de convenções.
Nesses quiosques, você passa o código de barras do “lixo” em um dispositivo ótico, registra o tipo de objeto e o coloca no receptador. Em seguida, um ticket é impresso com um código, o qual deve ser cadastrado no seu perfil.


Dessa forma, são somando pontos à sua conta. Tais pontos podem ser trocados por descontos na compra de produtos e serviços no site da Greenopolis. Os materiais coletados são transformados em tapetes, bolsas, luminárias, roupas e muitos outros itens comuns em nosso cotidiano.

Corra, Forest, corra!


Praticar atividades físicas ao ar livre pode ser mais do que apenas uma maneira de manter o corpo em forma. Com o Sports Tracker, você é capaz de monitorar o trajeto realizado, a distância percorrida, o tempo levado, a quantidade de passos e as altitudes alcançadas durante suas caminhadas, corridas ou pedaladas. Com um dispositivo comprado à parte, é possível até mesmo registrar os seus batimentos cardíacos.
Esses dados ficam salvos no seu perfil do serviço, podendo ser compartilhados. Para ficar mais divertidos, você pode desafiar seus amigos a percorrer distâncias mais longas. Assim, cria-se uma disputa sadia, em todos os sentidos.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/selecao/17607-8-programas-e-apps-que-transformam-a-sua-vida-em-um-jogo.htm#ixzz1jCj6o62b

Origin vai à loucura e anuncia PC com clock de 5,7 GHz


 
(Fonte da imagem: Divulgação/OriginPC)

Uma das maiores empresas de fabricantes de computadores de alto desempenho do mundo foi à CES 2012 para mostrar que seus “brinquedos” estão ficando cada vez mais poderosos. No evento, estão sendo apresentados destkops e notebooks muito potentes, que devem chegar aos consumidores ainda no primeiro trimestre de 2012.
Entre os desktops, o que mais se destaca é o Genesis, que foi melhorado para oferecer ainda mais velocidade no processamento. Com overclock de fábrica, ele traz o processador Intel Core-i7 2700K rodando a clocks de até 5,7 GHz. Para condizer com o chip, até quatro placas de vídeo NVIDIA GTX 580 podem responsáveis pelos cálculos gráficos.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ces-2012/17670-origin-vai-a-loucura-e-anuncia-pc-com-clock-de-5-7-ghz.htm#ixzz1jChs2LpR

PC de US$ 25 começa a ser fabricado


 
(Fonte da imagem: Raspberry Pis Foundation)

No final do ano passado, o Tecmundo noticiou que o primeiro computador de US$ 25 (cerca de R$ 46) estaria disponível para os consumidores no final de janeiro. Em seu site oficial, a Raspberry Pis Foundation anunciou ontem que os primeiros modelos começaram a ser fabricados nesta semana.
A máquina tem o tamanho de um pendrive e todos os componentes estão contidos em uma única placa. O computador tem ainda um cartão SD para armazenamento de dados, uma porta USB e uma saída HDMI. O sistema operacional é o Linux.
Além da versão Model A, de US$ 25, outra versão batizada de Model B estará disponível por US$ 35. O modelo mais barato tem 128 MB de memória RAM e o mais caro conta com o dobro: 256 MB. Ambos os PCs têm processador ARM de 700 MHz.
Apesar do baixo preço, as máquinas não estarão disponíveis para venda direta ao consumidor final. A ideia é que o modelo possa ser adotado por países subdesenvolvidos, que comprariam equipamentos em lote e distribuiriam a comunidades carentes.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/computador-desktop-/17719-pc-de-us-25-comeca-a-ser-fabricado.htm#ixzz1jCgTH8VU

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Samsung anuncia lançamento de celular com tela flexível para 2012



Apostando fortemente no segmento de dispositivos portáteis, a Samsung promete lançar smartphone flexível no próximo ano. O aparelho poderá ser amassado e dobrado sem que ocorram danos ao sistema. Quem afirmou isso foi o porta-voz da empresa, Robert Yi, durante um encontro com investidores que aconteceu em Seul, na Coréia do Sul.
Após sofrer uma queda lucrativa no segmento de chips e telas, cerca de 20% a menos do que em 2010, a Samsung aposta todas as fichas na nova tecnologia, já que em relação aos dispositivos portáteis fabricados pela empresa, os lucros aumentaram em 100% no ano de 2011.


Samsung promete celular que pode ser dobrado e amassado. (Fonte da imagem: Samsung)
Yi declarou que as pesquisas nesse campo estão muito avançadas e que, após o lançamento dos smartphones, outros aparelhos, como televisões e tablets, também serão equipados com a tecnologia. No evento, estavam à mostra alguns displays feitos de OLED que apareciam curvados, apresentando uma amostra do que está por vir.
Recentemente, a Nokia apresentou o protótipo de um aparelho que também possui tela flexível. O projeto de smartphone responde a comandos enviados por gestos e desempenha ações quando é curvado ou torcido.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/samsung/15872-samsung-anuncia-lancamento-de-celular-com-tela-flexivel-para-2012.htm#ixzz1f0EcbY00

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Novo Smartphone da BB marca fim dos teclados

A era dos teclados QWERTY em celulares da BlackBerry parece estar chegando ao fim. Um novo protótipo descoberto pelo site The Verge tem apenas um destaque: a tela gigante, que exibe a nova versão do sistema operacional da companhia, o BBX.

Segundo as fontes ouvidas, o "London" (codinome do aparelho) é baseado no sistema presente no tablet PlayBook, e deve ser lançado somente em 2012. O aparelho parece ser extremamente fino, e foi confirmado que a sua tela possui 3,7 polegadas (o mesmo de um iPhone). Confira as supostas especificações do aparelho abaixo:

Processador TI OMAP dual core rodando a 1,5 GHz;
1 GB de memória RAM;
Câmera traseira: 8 MP;
Câmera frontal: 2 MP;
16 GB de armazenamento interno.

Leia mais: http://www.tecmundo.com.br/celular/15372-novo-celular-da-blackberry-marca-o-fim-das-teclas.htm

Parabésn Xbox 360!!!!

No dia 15 de novembro de 2001, a Microsoft lançou o Xbox, primeira versão dos consoles produzidos pela empresa. Ele possuía hardware avançado para a época, com processador Pentium 3 e placa de video da NVIDIA. O video game foi produzido até agosto de 2005, sendo descontinuado devido ao seu hardware
defasado.

Naquele mesmo ano, a Microsoft voltou a apresentar um video game. O aclamado Xbox 360. Hoje, dez anos após o lançamento da primeira versão, o Xbox comemora seu aniversário e também a certeza de que está entre os principais consoles de atualidade. Parabéns, Xbox!

Leia mais: http://www.tecmundo.com.br/xbox-360/15367-feliz-aniversario-xbox.htm

Intel comemora 40 de fabricação de processadores

Você sabe o que aconteceu no dia 15 de novembro de 1971? Além de o Brasil estar comemorando a proclamação da República, outro fato muito importante foi o início da produção comercial de microprocessadores da Intel - a evolução dos circuitos integrados que permitiu o avanço exponencial da computação pessoal.

Segundo a Intel publicou em nota oficial, o primeiro processador a ser vendido foi o Intel 4004 (que tinha o clock máximo de 740 kHz e ocupava soquetes de 16 pinos). E é com ele que a empresa iniciou sua saga que a levou até onde está hoje: a liderança mundial do ramo dos processadores desktop.

Os atuais Sandy Bridge conseguem atingir processamento até 350 mil vezes mais rápido, com transistores que consomem até 5 mil vezes menos energia elétrica. Outro fator que mudou bastante foi o preço: cerca de 50 mil vezes mais barato atualmente (levando em consideração os efeitos da inflação). Como você pode ver, muita coisa mudou. E o que esperar para os próximos 40 anos? Só o tempo poderá dizer.

Leia mais: http://www.tecmundo.com.br/intel/15374-intel-comemora-40-anos-de-producao-de-processadores.htm

Novo Xbox....o 720

Processador Hexacore
2Gb de memoria
2 placas de video

Detalhes

Gigabyte lança placa mãe com Bios interativa

Será se isso pega????
Confiram: http://www.tecmundo.com.br/placa-mae/15276-gigabyte-inova-com-interface-3d-para-bios.htm

domingo, 6 de novembro de 2011

Holografia em 1909 funcionava com 6 projetores


A ficção científica abusa dos hologramas e nós, os mortais, ainda esperamos pelo dia em que vai ser realmente possível e viável conversar com uma pessoa que esteja muito distante como se ela estivesse na sua frente. Mas se você acha que o tema é recente, está enganado. Em 1909 já existiam projetos que lembram muito o conceito de holografia.

É o que mostra a Scientific American publicada em julho de 1909. Em um artigo escrito por J. Hammond Smith, o sistema de “câmeras-projetores” foi exibido. A ideia dele era utilizar câmeras em seis angulações diferentes, fazendo com que a pessoa ou o objeto (uma estátua, na ilustração preparada para o artigo) fosse capturada em 360 graus.

Simultaneamente, as imagens seriam transmitidas para projetores que estivessem em uma sala similar (composta pelos mesmos equipamentos) e os seis projetores fariam com que fosse montado um modelo tridimensional holográfico. O único problema deste sistema é que não seria possível realizar comunicações em duas vias. Ou seja, somente uma pessoa poderia ser “projetada” por vez.

Internet Explorer 9 e iPad 2 estão entre os 100 melhores produtos de 2011

O site PcWorld divulgou a lista com os 100 melhores produtos de 2011, entre aparelhos, softwares e serviços, como redes sociais. Apesar de andar em baixa entre alguns usuários, o Internet Explorer 9 foi considerado um dos destaques, em 19° lugar. O iPad 2, criticado por ter sido lançado pouco tempo após a versão anterior, figura na lista como melhor tablet, em sexto.

O dono da primeira posição é o serviço móvel LTE, da Horizon, que fornece conexão 4G e downloads em alta velocidade para 140 cidades dos Estados Unidos. A 50ª posição é da Series 5 de Chromebooks da Samsung, os notebooks que contam com o Chrome OS.

Entre os produtos, você encontra câmeras, notebooks, filmadoras, impressoras, smartphones, redes sociais e softwares. A análise foi feita com base na relevância, no desempenho e na originalidade de cada lançamento. É possível conferir a lista completa clicando aqui.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Google trabalha em nova linguagem de programação para desbancar o JavaScript

Hoje (10 de outubro), em publicação no blog The Official Google Code, a Google anunciou que está trabalhando na introdução do Dart, uma nova linguagem de programação para o desenvolvimento de aplicativos específicos para a web. De acordo com Lars Bak, engenheiro de software da empresa e autor do texto original do informativo, essa nova linguagem possui como objetivos:
  • Criar uma estrutura flexível de linguagem para a programação voltada para a internet;
  • Transformar o Dart familiar e natural para os programadores, sendo fácil de aprender;
  • Garantir que o Dart ofereça recursos de alto desempenho para os navegadores mais modernos, incluindo versões para aparelhos portáteis.
(Fonte da imagem: Divulgação/Dart)

Segundo Bak, a nova linguagem abordada pela Google pode ser aplicada em qualquer tipo de projeto, dos pequenos aos de grande escala. O programador não precisa iniciar seu trabalho utilizando o Dart, pois ele possibilita que seu código seja acrescentado posteriormente, conforme as necessidades do projeto.
O engenheiro de software explica que essa linguagem pode ser executada por meio de uma máquina virtual ou em cima de um motor de JavaScript. Utilizando um compilador, é possível traduzir o código Java diretamente para Dart – fato que indica uma possível intenção em substituir o JavaScript.
A princípio, a equipe da gigante de Montain Views não implementará essa linguagem no Google Chrome. Entretanto, a hipótese de explorar tal alternativa não será descartada. Para mais informações sobre o Dart, acesse o site oficial de divulgação da linguagem.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/linguagens/14167-google-trabalha-em-nova-linguagem-de-programacao-para-desbancar-o-javascript.htm#ixzz1aPLSTR2J

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Por onde anda o Kazaa?


Quando você vai baixar músicas, imagens ou vídeos na internet, são inúmeras as opções de aplicativos P2P disponíveis no mercado – e só dar uma olhada na seção do Baixaki, sem levar em conta os que utilizam o sistema por torrent.
Mas no começo da década de 2000 as coisas não eram assim. O sonho de muito internauta era ter um programa que fosse capaz de intermediar o download desses arquivos, que concentrasse um potente sistema de buscas e, claro, um vasto acervo de artistas. Assim era o Kazaa, um nostálgico software que ajudou a construir a discografia de muita gente até sua decadência, há poucos anos.
Mas onde ele está hoje? E quais são as origens dessa ideia tão genial? O Tecmundo relembra abaixo o bom e velho Kazaa, um dos aplicativos mais famosos que já passaram por essa rede chamada internet.

Mas quem é esse mesmo?


 (Fonte da imagem: Divulgação / Kazaa)

O ano era 2001. A Bluemoon Interactive, uma pequena empresa de software localizada na Estônia, não tinha nenhuma grande ambição, muito menos produtos de sucesso no mercado. Mas é desses lugares que surgem algumas das ideias mais geniais. O que a companhia criou foi um software que utilizava a ainda recentetecnologia P2P – o sistema de compartilhamento de arquivos em que o usuário é, ao mesmo tempo, servidor e cliente de conteúdo.
Nesse tipo de programa, enquanto uma pessoa disponibiliza uma discografia inteira de um artista para os demais, por exemplo, ela também pode baixar videoclipes fornecidos por outro membro da rede.  O nome da criação? KaZaA.
Logo após a finalização do programa, a Bluemoon o vendeu aos mesmos desenvolvedores que futuramente tornariam populares o Skype e o Joost, Niklas Zennström e Janus Friis – e eles acertaram neste caso também. Foi criada então a Sherman Networks, uma companhia para manter os direitos de uso do software.

 Você se lembra dessa janela? (Fonte da imagem: Reprodução / Kazaa)

O momento era perfeito: no mesmo ano de 2001, o Napster, precursor na área de softwares P2P, perderia o direito de compartilhar músicas em MP3 sem o pagamento de direitos autorais. Alguém precisava ocupar seu lugar e havia um candidato perfeito.

A era de ouro


O domínio começou sem querer: alguns futuros usuários do Kazaa eram adeptos do Morpheus, outro popular software P2P que dividia o mesmo protocolo de compartilhamento, o FastTrack. Como a outra empresa não pagou as taxas de licença, bastou à Sherman tomar para si toda a rede – obrigando os usuários do Morpheus a migrarem para a concorrência. O caminho estava praticamente livre para um monopólio na área.
E o programa era um sucesso: mesmo em uma época de domínio da conexão discada, ao menos no Brasil, o Kazaa foi uma unanimidade durante anos. Muita gente deve se lembrar da demora em baixar coisas que eram consideradas “pesadas”, como músicas de mais de 5 MB ou até tarefas mais ambiciosas, como fazer o download de um vídeo. Ainda assim, os usuários insistiam no download, resultando em várias horas diárias conectados ao Kazaa.

Pedras no caminho


Assim como o Napster, o Kazaa nunca teve em sua história um período de paz judicial. Desde 2001, a indústria fonográfica pega no pé do software, alegando violação de direitos autorais ao disponibilizar conteúdo multimídia. Vários órgãos e gravadoras entraram na Justiça pelo mesmo motivo, mas nem todas receberam uma indenização. Os pagamentos quase quebraram a Sherman Networks, que não tinha mais condições de manter o programa funcionando fora da lei.


Em 2003, a RIAA (Recording Industry Association of America,a instituição que cuida dos direitos das gravadoras nos EUA) também entrou na briga, processando usuários que adquiriram um pacote considerado grande demais de produtos pirateados. Alguns deles foram condenados – e obrigados a pagar uma multa multiplicada pelo número de músicas baixadas.
Outro problema encontrado pelo Kazaa era o alto número de malwares contidos no programa. Na própria instalação, ao marcar uma caixa obrigatória para o prosseguimento do processo, o usuário aprovava também uma toolbar e outro programa intruso. Ao longo do tempo, vários outros adwares e spywares foram detectados. O alto número de conteúdos pornográficos e defeituosos começava a afastar os usuários.

Se você aceitar, prepare-se para os malwares.
(Fonte da imagem: Wikipédia)

As famosas versões Lite do programa – que consistiam no mesmo software e acessavam a mesma rede de compartilhamento – não continham os malwares, mas não eram reconhecidas pela Sherman Networks.
Além disso, o mercado já não era exclusivo. Quando ficou óbvio que aquele ramo de atividades era altamente rentável, apesar de perigoso, uma enxurrada de softwares similares começou a pipocar na internet. Muitos deles, como o eMule e o Ares, eram mais leves, seguros e simplificados, além de contar com um banco de arquivos compartilhados muito maior. O reinado do Kazaa estava acabando, mas ainda viria um golpe final: a emergência do download via torrent. Não tinha como competir.

Que fim levou?


Se você acessar hoje o www.kazaa.com, vai tomar um susto: o domínio ainda oferece download de músicas. A diferença é que agora ele é um serviço legalizado e pago, oferecendo faixas dentro das leis da RIAA – a partir de US$ 9,99 mensais, você pode ouvir o volumoso acervo do site a qualquer hora. Vale registrar ainda que, com o tempo, a nomenclatura mudou do extravagante KaZaA para Kazaa, termo que usamos ao longo do artigo.

 Kazaa pago e dentro da lei. (Fonte da imagem: Reprodução / Kazaa)

A outra novidade é mais recente: buscando expandir a experiência musical de seus mensalistas, o Kazaa conta desde agosto deste ano com um aplicativo para iOS. O preço é o mesmo que o oferecido no site e é possível sincronizar as músicas obtidas no PC com o aparelho.
Já o Kazaa Lite continua funcionando normalmente, mas a rede de compartilhamento FastTrack está em seus últimos momentos de vida. Com uma base bastante minguada de conteúdo disponível, ele está muito longe de seus tempos de glória na internet.
...
Apesar da decadência, não dá para negar: o Kazaa deixou um legado e originou uma série de programas similares – fora o fato de que, por vários anos, ele reinou como um dos melhores e mais famosos aplicativos na área de compartilhamento.
E aí, você era usuário do Kazaa? O que achava do programa? Ficou surpreso com o fim que ele tomou? Deixe seu comentário!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/p2p/14033-por-onde-anda-o-kazaa-.htm#ixzz1Zy6WoG5k

A trajetória de Steve Jobs. Uma homenagem a um dos grandes gênios da tecnologia mundial.




(Fonte da imagem: Flickr de tsevis)


A última terça-feira (24 de agosto) vai ficar marcada para sempre na história dos fãs da Apple. Após 15 anos à frente da companhia, Steve Jobs anunciou que era a hora de deixar os holofotes e ceder o cargo de presidente-executivo a Tim Cook, até então executivo-chefe de operações da empresa.
Mesmo continuando no cargo de chefe do conselho da empresa, a mudança de cargo de Jobs significa o fim de uma era no mundo da tecnologia. Afinal, a imagem de inovação transmitida pela companhia da Maçã tem muito a ver com a figura do executivo, responsável por demonstrar novos produtos de maneira surpreendente e decidir quais as tendências seguidas pelo setor de tecnologia nos últimos anos.
Neste artigo, reunimos os principais detalhes sobre a trajetória de Steve Jobs, seja à frente da Apple ou em outras empreitadas de sua carreira profissional. Também mostramos algumas das reações ao anúncio de sua saída, e falamos um pouco do impacto que seu nome teve no mundo dos negócios e o porquê dele ter se tornado uma figura considerada até mesmo mítica por alguns.

Visão empreendedora


Steven Paul Jobs nasceu em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco, na Califórnia. Deixado para adoção pela sua mãe biológica, ele foi criado por Paul e Clara Jobs na cidade de Mountain View, e estudou na Cupertino Junior High School e na Homestead High School.


Durante os tempos de colegial, Jobs passou a frequentar palestras oferecidas pela Hewlett-Packard, não demorando muito tempo para que passasse a figurar entre seus funcionários. Em 1972, após cursar somente um semestre da Universidade de Reed e desistir da carreira universitária, ele continuou a frequentar algumas das matérias oferecidas pelo local, como o curso de caligrafia – algo que se refletiu anos mais tarde nas fontes utilizadas pelos computadores Mac.


Após trabalhar algum tempo para a Atari, em 1974 Jobs viajou para a Índia junto a seu amigo Daniel Kottke em busca de iluminação espiritual. Voltou de lá um budista convertido, algo que influenciou muito da filosofia que empregaria na Apple, fundada em 1976 em parceira com Steve Wozniak, Ronald Wayne e “Mike” Markkula Jr.

Primeiros sucessos


O primeiro computador com a marca Apple surgiu após um acordo feito entre Jobs e o dono da loja The Byte Shop, Paul Terrel. Pelos termos do acordo, ele e sua equipe tinham que construir 50 máquinas funcionais em um período máximo de 30 dias, a um preço de US$ 500 por unidade.
Para conseguir o valor necessário para o projeto, a equipe fez um pedido à fabricante de componentes Cramer Eletronics, oferecendo como única garantia de pagamento o recibo do pedido feito por Terrel. Após trabalhar dia e noite, o pequeno time de desenvolvedores conseguiu entregar as unidades pedidas do Apple I, encontrando no processo um meio de financiar a companhia sem ter que ceder nenhuma ação a investidores externos.

Apple II


 (Fonte da imagem: Azcentral.com)

O primeiro grande sucesso da récem-fundada Apple foi o desenvolvimento do Apple II, apresentado pela primeira vez em 1977. A máquina se destacava pela inclusão de um display com grande qualidade para a época, além de apresentar um teclado muito melhor do que os demais modelos disponibilizados pela concorrência. A ideia de Jobs que guiou o desenvolvimento do produto era a de que a máquina pudesse ser usada imediatamente após ser retirada da caixa.
Milhões de unidades do dispositivo foram vendidas, tornando o dispositivo praticamente um sinônimo da palavra computador durante a década de 1980. O modelo recebeu diversas melhorias em seu período de vida, incluindo telas e sistemas de som aprimorados e a incorporação de várias funções que até então precisassem de acessórios complementares para funcionar.

A despedida da empresa


Apesar do sucesso do Apple II, os próximos anos foram de dificuldades para a Apple. Enquanto o modelo Apple III sofria com problemas de aquecimento, o Lisa, lançado em 1983, possuía um preço extremamente alto que acabou por afastar possíveis compradores.
A virada de rumo veio com o lançamento do Macintosh em 1984. O aparelho ficou marcado tanto por ser o primeiro a utilizar uma interface de comando baseada em gráficos quanto pelo icônico comercial de televisão com o nome 1984. A plataforma tornou a Apple extremamente conhecida, iniciando o processo de evangelização em torno dos produtos da empresa que permanece até hoje.


Apesar do grande sucesso do Macintosh, que se estabeleceu como a plataforma preferencial para as indústrias da música, propaganda e arte, a situação interna na companhia não era das melhores. Disputas com o CEO da Apple na época, John Sculley, fizeram com que Jobs fosse obrigado a abandonar em 1985 a companhia que ajudou a fundar.

Os anos na NeXT Computers

 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Após ter deixado a Apple, Steve Jobs fundou a NeXT Computer, companhia pautada pelos mesmos ideiais de inovação que o levaram a criar sua empresa anterior. Os aparelhos criados pela NeXT se tornaram conhecidos pelas inovações que apresentavam e, principalmente, pelo alto preço cobrado por cada um deles.
A nova empresa tinha como foco os meios acadêmicos e científicos, capazes de arcar tanto com os custos das máquinas quanto de aproveitar as novidades das interfaces criadas por Jobs e sua equipe. Devido ao público reduzido, a NeXT passou por diversas dificuldades financeiras, inclusive enfrentando um período em que se dedicou exclusivamente ao desenvolvimento e venda de softwares.

Participação na Pixar


Em 1986, Jobs comprou o The Graphics Group, mais tarde renomeado para Pixar. Após um período de fracassos desenvolvendo hardwares gráficos, a empresa mudou seu foco para o desenvolvimento de animações. Em parceria com a Disney, foram desenvolvidos filmes de sucesso como Toy Story, WALL-E e Os Incríveis, rendendo à companhia grande destaque na área.
Após a venda da Pixar em 2006, Jobs se tornou o acionista majoritário da Disney, detendo o direito sobre 7% das ações da empresa. Atualmente, ele faz parte do quadro de diretores da companhia, tendo influência sobre as decisões que envolvem as animações feitas sob o nome do estúdio.

Volta triunfal para a Apple


Em 1996, a Apple anunciou a compra da NeXT Computers, o que levou Steve Jobs de volta à empresa que ajudou a fundar. Após assumir os cargos de consultor e de CEO interino, ele voltou ao papel de principal executivo da companhia, decidido a reformulá-la no que fosse preciso, corrigindo os desvios de rumo responsáveis pela Maçã perder espaço e sucesso.
Jobs cancelou uma série de projetos que considerava pouco promissores, gerando um período de medo entre os funcionários da empresa, que viam a possibilidade de perder seus empregos a qualquer momento. O resultado da mudança de rumo foi o iMac 3G, que revolucionou mais uma vez os computadores pessoais ao incorporar elementos do desktop ao monitor do aparelho.

 
(Fonte da imagem: Apple)

A partir desse momento, a Apple passou a construir a trajetória de sucesso que a levou a ser considerada atualmente como a empresa mais valiosa do mundo. Entre os produtos revolucionários apresentados por Jobs estão o iPod e iTunes, que em 2001 iniciaram uma mudança total no mundo da música digital.
Outros sinônimos de sucesso são o iPhone, cujo primeiro modelo foi apresentado em 2007, e o iPad, aparelho que, praticamente sozinho, foi responsável por tornar viável o mercado de tablets. Durante o passar dos anos, Jobs construiu uma imagem pessoal marcante e enigmática, gerando um imenso burburinho entre a imprensa especializada em tecnologia toda vez que sinalizava o lançamento de algum novo produto ou serviço.

 

Para comprovar o sucesso de Jobs em frente à diretoria da Apple, basta observar a valorização da empresa a partir de seu retorno ao cargo de CEO. Em 2000, cada ação da companhia valia aproximadamente US$ 12,88. Já em julho de 2011, o valor unitário pelos papéis da marca da Maçã era de US$ 403,41, uma valorização de 3100%.

Trajetória marcada pelos fracassos e sucessos


 (Fonte da imagem: Unitechy)

Embora o nome de Steve Jobs esteja vinculado à inovação e  a produtos bem recebidos pelos consumidores e pela crítica especializada, nem todas as decisões do ex-CEO da Apple se mostraram bem-sucedidas.
Durante seu primeiro período à frente da empresa, foram lançados verdadeiros fracassos como o Apple III e o Lisa. Enquanto o primeiro sofria com o aquecimento excessivo devido à decisão de não incluir uma ventoinha de ventilação no produto, o segundo possuía um hardware extremamente avançado para a época, o que acabou se refletindo em um preço muito alto para o gosto dos consumidores.
Outro fracasso foi o lançamento do TAM (Twentieth Anniversary Macintosh), ocorrido em 1997. Desenvolvido para comemorar os 20 anos da empresa, o aparelho possuía uma tela de 12 polegadas e leitor de CD vertical. O preço alto (US$ 7500) fez com que o produto fosse considerado pouco atrativo, resultando em seu abandono um ano após seu lançamento.


O TAM 

(Fonte da imagem: Wikimedia Commons/W´rkncacnter)


O período de Jobs no comando da NeXT Computer também não pode ser considerado muito bem-sucedido. Apesar de ter virado sinônimo de inovação, a empresa passou por diversas dificuldades financeiras durante sua existência, resultando em sua venda para a Apple em 1996.

Ideias inovadoras

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons/Rama)

Apesar de não ter sido sempre bem-sucedido, Jobs possui um currículo invejável de decisões positivas . Em seu histórico estão inovações como o Apple II, Mac e iMac, três máquinas responsáveis por verdadeiras evoluções no mundo dos computadores na época de seu lançamento.
O ex-CEO da Apple também tem lugar na história por ter sido o homem responsável por mudar as regras do jogo na indústria fonográfica. A partir da combinação iPod e iTunes, a música digital a preços acessível passou a ser uma realidade para milhões de pessoas, ajudando a reviver um mercado condenado à destruição devido à pirataria excessiva.
Outro exemplo de sucesso é o iPhone, aparelho que começou desacreditado, mas em pouco tempo se tornou praticamente um sinônimo da palavra smartphone. Já o iPad tem como principal mérito ser o principal responsável pela criação de um mercado viável de tablets, construindo a necessidade para esse tipo de aparelho entre os consumidores comuns.

A reação do mercado à saída


O afastamento de Jobs da diretoria da Apple, embora não totalmente inesperado, é o tipo de situação que provoca um grande efeito entre os analistas e fãs do mundo da tecnologia. Logo após o anúncio da renúncia, as ações da companhia sofreram uma queda de 5%.
Apesar de um homem como Steve Jobs ser insubstituível, o mercado reagiu bem ao anúncio de que Tim Cook será o próximo a assumir o posto de CEO da Apple. Exemplo disso foi a declaração de Mark Moskowitz, da J.P. Morgan, que afirma que Cook é um profissional bem-sucedido, e que seu conhecimento das estruturas de produção da companhia deve resultar em poucas mudanças em sua estratégia de mercado.

Tim Cook, novo CEO da Apple (Fonte da imagem: Business Insider)

Opinião semelhante foi demonstrada por Katy Huberty, da Morgan Stanley e Maynard Um, da UBS, que consideram o novo diretor uma boa opção para manter a trajetória de sucesso da empresa de Cupertino. Posicionamento semelhante ao de Gene Munster, da Piper Jaffray, que afirma que “o caráter de Steve Jobs, sua visão e sua ética de trabalho guiarão a Apple para sempre”.
Já Chris Whitmore, do Deutsche Bank, prevê riscos em um período de 3 a 5 anos, destacando que problemas podem surgir caso Jobs deixe a companhia em definitivo. Em geral, a expectativa é a de que as ações da Apple sofram quedas durante um período de tempo curto, se estabilizando conforme os investidores percebem que a transição para a era Tim Cook não deve representar nenhuma mudança de rumo radical nos planos da empresa.

Ícone cultural


Mais do que simplesmente ocupar o cargo de presidente de uma poderosa companhia, Steve Jobs se tornou um ícone cultural com a mesma força de nomes como Bill Gates. Mesmo quem não conhece nada de informática ou não se interessa pelo mundo da tecnologia como um todo é capaz de associar a imagem do ex-CEO aos produtos Apple.

 
(Fonte da imagem: Submarino)

Tamanha popularidade se reflete em uma grande quantidade de produtos que exploram os ensinamentos que podem ser tirados de sua trajetória de sucesso. Títulos como “A Cabeça de Steve Jobs”, “Inovação: A arte de Steve Jobs” e “O Fascinante Império de Steve Jobs” tentam desvendar os mistérios por trás da figura do executivo, usando sua história como exemplo para o leitor de aprimoramento pessoal.
Filmes como “Piratas da Informática”, produzido pela rede de televisão TNT, exploram fatos importantes do mundo da tecnologia, incluindo aparições do próprio Jobs e eventos importantes como o lançamento do Apple II. Já “Macheads” explora o fanatismo dos fãs pelos produtos com a marca da Maçã, enquanto “Bem-vindo ao Macintosh” faz um histórico da Apple desde sua fundação até os dias atuais.
A figura do executivo deve demorar a desaparecer do imaginário popular, ainda mais depois do anúncio de sua renúncia. Os fãs de seu trabalho devem ficar atentos: está programado para 2012 o lançamento do livro “iSteve: o livro de Jobs”. Escrita por Walter Isaacson, a obra se trata da primeira biografia autorizada pelo homem forte da Apple, incluindo entrevistas com o próprio, além de familiares, concorrentes e ex-colegas de trabalho.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/steve-jobs/12755-a-trajetoria-de-steve-jobs.htm#ixzz1Zxni0ZR8

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Brasileiro comanda a rede mais otil do mundo

Equipe participando de uma competição na DEF CON (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

A DEF CON é uma das maiores convenções de hackers do mundo, sempre realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, e reuniu em 2010 mais de 10 mil participantes na sua 18ª edição. Todos os participantes se conectam por uma rede, claro, e o responsável por ela é o brasileiro Luiz Eduardo dos Santos.
A tarefa não é nada fácil, já que a DEF CON é conhecida por ser o lar da “rede mais hostil do mundo”. A missão dele é mantê-la funcionando relativamente limpa de tráfego malicioso durante os dias do evento, em um ambiente composto pelos maiores especialistas em promover ataques virtuais.
Fonte da imagem: Arquivo pessoal)

Santos é diretor da SpiderLabs, uma empresa de segurança avançada que faz parte da americana Trustwave. A ideia de montar a rede na DEF CON partiu dele, em 2005. Eduardo perguntou para Jeff Moss, responsável pelo evento e pela Black Hat, se ele queria uma rede lá. Moss concordou, mas disse que só pagaria se funcionasse. E funcionou.
O desafio de Eduardo era criar uma rede segura no sentido de infraestrutura e disponibilidade. Na conferência de 2011 foi usado o protocolo de segurança WPA2-Enterprise, que possibilita o uso de chaves criptográficas únicas para cada participante.
Originalmente criada para ser uma “festa”, a DEF CON é hoje uma das conferências mais tradicionais da área, onde são apresentadas e testadas inovações de segurança, além de diversas atividades promovidas para a comunidade de segurança. Participam do evento diversos jornalistas, advogados, funcionários do governo, especialistas em segurança e hackers (muitos hackers).