quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Engenheiro da Valve explica problemas envolvendo Steam e DirectX

 (Fonte da imagem: Reprodução/Steam)

O engenheiro de software da Valve, John McCaskey, veio a público explicar por que motivo muitos jogadores têm de instalar o DirectX sempre que um novo jogo é baixado no PC. Segundo ele, trata-se de um problema com os pacotes de dados da própria Microsoft.
McCaskey afirma que os sistemas Windows possuem um banco de arquivos com todos os binários necessários o aplicativo, sendo que há dezenas de bibliotecas específicas para os chamados D3D9, D10 e D11. Como cada game é ligado a um desses agrupamentos de DLLs, é preciso fazer a correspondência com os documentos para que todos os recursos funcionem corretamente. Contudo, alguns títulos necessitam criar novos links, causando o problema.
De acordo com o engenheiro, os termos de uso da Microsoft impedem que esses arquivos de sistema sejam distribuídos diretamente, obrigando a instalação de uma “nova versão” do DirectX para corrigir. McCaskey explica que, apesar de ser algo incômodo para o usuário, trata-se da forma mais prática, pois adicionar os DLLs manualmente é extremamente complicado.
Para ele, os títulos da própria Steam não sofrem tanto com isso, mas é preciso que as demais desenvolvedoras modifiquem sua forma de empacotar dados para evitar que os jogadores tenham de passar pelo mesmo processo sempre que forma instalar um novo game — algo que ele próprio acredita não ser tão simples quanto possa parecer.



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Qual a temperatura ideal para os componentes de um computador?


Os computadores adquiriram tanta potência que as soluções de refrigeração tiveram de evoluir na mesma proporção. Processadores de antigamente exigiam dissipador e cooler de tamanho reduzido. Agora, modelos com Heatpipes e ventoinhas de grande porte são necessários.
E não é somente o processador que exige uma excelente refrigeração. Placas de vídeo, memórias, fontes, chipsets e HDs também necessitam de uma temperatura específica para atuarem de maneira apropriada. Acontece que as preocupações com temperatura estão cada vez mais constantes, visto que tudo aquece muito dentro do gabinete.
Como de costume, estamos de olho na seção Tira-Dúvidas. E verificando a lista de questões, reparamos que algumas pessoas tinham interesse no assunto. Sendo assim, nosso artigo de hoje é para responder à dúvida do usuário Sam Winchester, o qual fez exatamente a pergunta que é o título deste artigo. O assunto é bem amplo, portanto, vamos abordar separadamente os componentes do computador.

Processador: muito próximo do zero


Normalmente, os problemas de temperatura estão relacionados à CPU. Por se tratar de um componente que realiza uma infinidade de tarefas, o processador tende a esquentar com facilidade. Contudo, o dissipador e o cooler servem para refrigerá-lo. Apesar disso, nem sempre a solução de resfriamento consegue cumprir a tarefa de maneira apropriada.
Coolers que acompanham a CPU se desgastam com facilidade, o que resulta na má eficiência na hora de refrigerar a unidade de processamento. Apesar de muitas vezes o cooler não conseguir diminuir a temperatura o suficiente, o usuário acaba nem percebendo tal detalhe.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

Ocorre que poucas pessoas utilizam programas de monitoramento. Consequentemente, muitos usuários só ficam sabendo que a CPU está em chamas quando ela começa a apresentar problemas mais sérios – como congelamento do sistema, reinicialização ou desligamento.
O ideal seria sempre utilizar programas (como o CoreTemp e o System Information for Windows) para verificar se o calor no processador está excessivo. Afinal, como saber se o valor indicado pelos aplicativos de monitoramento é alto? Toda CPU possui uma temperatura máxima de operação, a qual está indicada no manual do produto ou no site do fabricante.

Temperaturas de 2 CPUs da AMD (Fonte da imagem: Reproduçã/Products AMD)

Portanto, o primeiro passo é verificar se a temperatura atual do processador não está próxima do valor limite. Por exemplo: caso a sua CPU suporte trabalhar a 70 ºC, o ideal é que ela opere normalmente a 30 ºC ou a 40 ºC. Essa folga serve para o processador ter uma margem nos momentos de pico, ou seja, caso você execute um jogo, a CPU pode esquentar um pouco mais sem chegar muito próximo do valor máximo.
Quanto à temperatura ideal, no caso do processador o recomendado seria utilizar algo em torno de 10 ºC – se possível, até menos que isso. Sabemos que é quase impossível atingir valores tão baixos com dissipadores e coolers comuns. Sendo assim, o recomendado é optar por um componente de refrigeração avançado (coolers mais eficientes, como os da Zalman).
Cooler Zalman CNPS11X Extreme (Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)

É quase certo que, mesmo com um cooler de alta eficiência, a temperatura ainda não vai ficar tão baixa, mas ao menos a CPU terá um melhor desempenho. Valores abaixo de 0 ºC seriam interessantes, porém, não indicamos o uso de soluções à base de nitrogênio líquido, afinal, é totalmente desnecessário para usuários domésticos.

Placa de vídeo: próximo de 30 ºC


Usuários que utilizam placas de vídeo onboard não precisam se preocupar com esse componente, pois placas embutidas ficam no chipset (o qual raramente apresenta problemas de temperatura). Por outro lado, quem usa o computador como plataforma de jogos deve ficar sempre de olho na temperatura da GPU.
Ao executar games, a placa de vídeo é a peça principal por fazer a magia acontecer, isso significa que ela vai esquentar muito. Algumas placas conseguem trabalhar tranquilamente a 80 ºC ou 90 ºC. Tais temperaturas não são ideais, aliás, estão longe de serem apropriadas para gerar um bom desempenho durante os jogos.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Sapphire)

Assim como acontece com as CPUs, placas de vídeo também possuem temperaturas máximas de operação. Portanto, para saber tal valor é fundamental pesquisar no site da fabricante ou no manual sobre essa informação. Apesar de isso ser importante, mais relevante ainda é manter a temperatura abaixo de tal limite.
Normalmente as placas gráficas offboard já vêm com uma solução de refrigeração apropriada. Entretanto, caso a sua placa esteja operando com valores muito próximos do limite, pode ser interessante verificar se não há algum problema com o cooler ou com a ventilação interna do gabinete.
Definir uma temperatura ideal é difícil, contudo, nossa recomendação é manter a placa refrigerada o suficiente para que, quando em estado ocioso, ela fique quase gelada, com um valor próximo de 30 ºC. Com tal valor é garantido que a placa não vai ultrapassar os 60 ºC, mesmo que esteja trabalhando em potência máxima.

HD: acima dos 20 ºC


Enquanto os demais componentes podem operar em temperaturas muito baixas, os discos rígidos devem trabalhar com valores específicos. Manter um HD muito frio (com temperatura próxima de 10 ºC) pode gerar diversos problemas, desde erros na leitura e gravação até o travamento do sistema.
Evidentemente, as temperaturas altas também não são recomendadas, pois o disco pode superaquecer, resultando em mais problemas. Sendo assim, o mais indicado é manter o HD operando com valores entre 20 ºC e 30 ºC.


Como fazer isso? Caso disco esteja muito quente (próximo de 60 ºC), é indicada a instalação de um cooler. Se ele estiver muito gelado, pode ser válido conferir se a ventilação do gabinete não está exagerada. Vale salientar, entretanto, que cada modelo possui especificações diferentes, portanto, é uma boa ideia visitar o site do fabricante para obter mais detalhes.

Outros componentes


Como você deve imaginar, todos os componentes do computador aquecem. Isso ocorre porque eles trabalham com eletricidade ou possuem partes mecânicas – como é o caso do HD e dos coolers. Apesar de ser fácil verificar que os itens de hardware estão quentes, nem todos podem ter a temperatura medida.
A fonte, o chipset e a memória, por exemplo, podem aquecer muito, mas nem sempre os computadores possuem aplicativos para o monitoramento desses componentes. Algumas fabricantes fornecem softwares para verificar a temperatura do chipset, contudo, os demais componentes não possuem sensores que possibilitem essa verificação.

Memória com dissipador (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)

Também não são peças que esquentem muito. Quando é o caso de memórias e chipsets que podem superaquecer, as próprias fabricantes incluem dissipadores ou coolers para resfriá-los. Todavia, caso você suspeite que seu chipset esteja muito quente, pode verificar se existe um dissipador compatível para solucionar o problema.
No caso das fontes, não há muito que fazer. Os modelos mais recentes já trazem dois ou três coolers, garantindo que a fonte não vai atingir altas temperaturas. Entretanto, se a sua estiver muito quente, instalar um cooler pode ser bem complicado, o que levará você a comprar uma nova.
Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Thermaltake)

Enfim, seja qual for o componente, uma solução sempre válida é a melhoria da ventilação do gabinete. A maioria dos gabinetes, atuais e antigos, traz ao menos o espaço para a instalação de um cooler. Muitos dos modelos vendidos atualmente já vêm com uma ventoinha para garantir a refrigeração. E caso o seu não conte com nenhum, adicionar um pode ser um passo importante para prolongar a vida dos demais componentes.

O importante é ser razoável


Como você pôde perceber, não existe uma temperatura única e ideal para todas as peças. Tudo depende do componente, do modelo, da fabricante e de uma série de outros fatores. Contudo, a dica básica é procurar monitorar os itens sempre que possível e tentar manter uma temperatura média, para não arriscar que o componente superaqueça. Você tem mais alguma dica? Aproveite o campo de comentários para adicionar informações.


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Mergulhe nos números de World of Warcraft




World of Warcraft, ou simplesmente WoW, é o maior MMORPG do mundo. Desenvolvido pela Blizzard Entertainment, uma subsidiária da Activision Blizzard, o título deu continuidade ao universo fantástico de Warcraft — inaugurado em 1994 com Warcraft: Orcs & Humans.
No jogo, você explora o mundo de Azeroth, aproximadamente quatro anos depois dos eventos de Warcraft 3: The Frozen Throne. O jogo foi lançado em 2004, no dia 23 de novembro — data que também marca o aniversário de dez anos da franquia Warcraft —, e desde então vem acumulando números impressionantes.
Atualmente, a linha conta com mais de 11 milhões de assinantes — o MMORPG com o maior número de jogadores do mundo e detentor do título de jogo mais popular do gênero no Guinness World Record. Para se ter uma ideia de como o nome WoW é imponente dentro do mundo dos MMOs, em 2008 era estimado que a linha detinha aproximadamente 62% de todo o mercado de jogos RPG online para múltiplos jogadores.


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Linhagem azul


Por si só, World of Warcraft já era um sucesso quando a sua primeira expansão — The Burning Crusade — despontou nas lojas no dia 16 de janeiro de 2007. Como era esperado, o pacote que introduziu novos desafios e duas raças inéditas foi outro tiro certeiro da Blizzard. Em apenas 24 horas, o título vendeu aproximadamente 2,4 milhões de cópias, feito que o transformou no jogo para PC que vendeu mais rápido em toda a Europa e América do Norte. 
Seguindo a tradição da série, a segunda expansão da franquia, Wrath of the Lich King, superou seu predecessor e estabeleceu um novo recorde mundial. Durante o primeiro dia de vendas, o jogo movimentou 2,8 milhões de cópias. No entanto, tudo que vem fácil, vai fácil, e em dezembro de 2010 essa marca foi superada... Pela terceira expansão de World of Warcraft.

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World of Warcraft: Cataclysm foi anunciado na BlizzCon de 2009 e foi lançado oficialmente no dia 7 de dezembro de 2010. Ao longo das primeiras 24 horas, o jogo vendeu mais de 3,3 milhões de cópias — somando edições físicas e digitais —, superando todos seus predecessores e assumindo o posto de jogo para PC que vendeu mais cópias em menos tempo em toda a história dos video games.
Mas esse recorde já está em risco, pois o produtor chefe de World of Warcraft — J. Allen Brack — revelou durante a última BlizzCon que a série receberá uma quarta expansão. Mesmo sem ter um nome ou data oficial de lançamento, é seguro dizer que a nova edição de WoW promete ser ainda maior do que as anteriores.“The WoW by numbers”
Com 11 milhões de assinantes, podemos dizer que World of Warcraft é o “país” com a 75ª maior “população” do planeta — isso sem contar com os mais de 1.700 empregados da Blizzard trabalhando na manutenção e suporte do jogo. Atualmente WoW já está traduzido em dez línguas diferentes e tem distribuição oficial em todos os continentes do mundo (salvo pelos Polos).
A cada dia, mais de 16 milhões de missões são completadas, isso significa algo em torno de 11 mil quests por minuto, ou 192 por segundo — lembrando que o jogo oferece mais de 7650 incumbências diferentes. Além disso, os jogadores de WoW já desbloquearam algo em torno de 5 bilhões de conquistas, desde que a funcionalidade foi introduzida. Todavia, esse dado é de alguns meses atrás, portanto já foi ultrapassado em algumas centenas.
Um mundo desse tamanho exige muita manutenção. Assim, contando com toda a programação principal, atualizações e correções, WoW já soma algo em torno de 5,5 milhões de linhas de código. Que se transformam em 30 mil itens, 5,3 mil personagens não controláveis (NPCs) e 1,4 mil locações diferentes.
E não podemos nos esquecer dos 70 mil feitiços, dos mais de 300 Glyphs, 900 talentos e 11 profissões principais. Tudo isso embalado por mais de 27 horas de músicas originais, compostas e gravadas especialmente para o jogo.
Não é à toa que o jogo já conte com aproximadamente 4.7 petabytes (ou 4700 terabytes) de dados, devidamente abrigados em 13,250 servidores, com 75 mil núcleos e 112,5 terabytes de memória RAM. Por sinal, a equipe de manutenção já registrou e corrigiu mais de 180 mil bugs do jogo.


Enfim, World of Warcraft é um mundo à parte. Não há como negar o apelo da franquia que quebra recorde após recorde. O título que se transformou em sinônimo de MMO segue sua carreira de sucesso e promete números ainda mais extraordinários para o futuro.


Via Baixaki Jogos


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Produtora Blizzard liberou trailer de oito minutos com a fase beta do jogo Diablo 3

‘Diablo III’ resgata características de ‘Diablo II’ e exige conexão constante com a internet

A produtora Blizzard liberou um novo trailer de oito minutos com a jogabilidade do seu novo RPG de ação, “Diablo III”. No vídeo, que é uma demonstração da fase beta, é possível observar os cenários, as classes e as habilidades de cada um dos personagens, bem como os inimigos que encontraremos durante o jogo.
É possível notar como a série evolui nesses quase doze anos de hiato, já que seu último título, “Diablo II”, foi lançado no ano 2000. O game também mostra diversas ligações com os jogos anteriores e insere lugares e personagens já conhecidos pelos fãs da série.
“Diablo III” é um jogo que foca no multiplayer, neste caso o game exigirá uma conexão constante com a internet - mesmo em seu modo campanha. Isso se dá por novas características da rede Battle.net e pela inclusão da casa de leilões no qual é possível negociar com dinheiro de verdade.
O terceiro capítulo da franquia “Diablo” ainda não tem data de lançamento oficial. No entanto, a Blizzard já confirmou que o game chegará ao Brasil devidamente traduzido e localizado.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Sua rede Wi-Fi não é tão sua assim


Em uma matéria  publicada na última segunda-feira, o jornal O Estado de S. Paulo  destacou que já existem pessoas defendendo a liberação das redes de Wi-Fi. Esses ativistas acreditam que não devemos colocar senhas em nossas conexões, mas sim permitir que qualquer outro internauta possa navegar através do sinal que seria privado.
Essa bandeira é até interessante. A internet ainda é cara no Brasil, e muitos não têm condições de pagar por uma conexão de qualidade. Então quem tem, poderia dividir com os outros, contribuindo assim para a inclusão digital. Mas por enquanto é só no condicional mesmo. Talvez você não saiba, mas quem compartilha sem restrições a sua conexão Wi-Fi pode ser acusado de oferecer clandestinamente serviços de telecomunicação. É isso mesmo, você paga pelo serviço, mas não pode abrir a sua rede para todos.
Foi o que aconteceu com um morador de Teresina, Piauí, em setembro do ano passado. Ele dividia a própria conexão com três vizinhos, mas a Agência Nacional de Telecomunicações  (Anatel) entendeu que ele estava agindo como um prestador de serviços de telecomunicação, sem autorização da agência. O morador teve o equipamento que garantia a conexão apreendido e ainda foi multado em R$ 3 mil.
Mas existe uma alternativa para quem gostaria de compartilhar sua rede Wi-Fi. Só há um porém: vai doer no bolso. A opção é pagar por uma licença denominada “Serviço de Rede Privado”, que garante o direito de ter redes wireless entre diferentes residências. A pessoa tem que preencher o formulário disponível no site da Anatel  e desembolsar R$ 400.
Fica o alerta para quem permite o acesso de qualquer pessoa a sua rede wireless. A legislação não permite e pode acabar gerando uma baita dor de cabeça.
Equipe CDI