Utilizando raio laser para a transmissão de dados, cientistas atingiram a velocidade de 26 terabits por segundo .
A disputa pelo título de transmissão mais rápida do planeta continua acirrada. Depois os grupos japoneses anunciarem as redes com velocidades de 100 terabits por segundo, agora o Karlsruhe Institute οf Technology, instituto de pesquisas da Alemanha, divulgou os resultados de testes que mostraram a velocidade de 26 terabits por segundo.
Se você está pensando “Mas 100 é muito mais do que 26”, precisa saber das próximas informações. Essa transferência foi realizada a uma distância de 50 Km, ao contrário do experimento japonês, que não apresentava distâncias tão grandes entre os terminais utilizados (eram apenas 16,8 Km).
Para o experimento, foram utilizados processadores óticos criados pelo Karlsruhe Institute οf Technology. A transmissão com velocidade real de 26 terabits por segundo permitiria que usuários transmitissem cerca de 130 discos de Blu-ray por segundo, ou 720 DVDs.
Um time de pesquisadores liderado por Patrick Baudisch, do Hasso-Plattner Institute, desenvolveram uma nova interface que torna possível controlar o iPhone de forma remota através de gestos da mão do usuário. O dispositivo criado pela equipe é capaz de detectar os movimentos feitos e reproduzi-los na tela do aparelho sem a necessidade de qualquer tipo de toque.
A invenção é constituída por uma câmera montada em um tripé que captura os movimentos realizados pelo usuário. Um software especializado determina o que cada uma das ações faria se fosse realizada na tela do aparelho, e envia os comandos correspondentes para um iPhone real através de sinais Wi-Fi.
Em vez de exigir o aprendizado de novas formas de lidar com o aparelho, a invenção confia na memória dos usuários para acessar aplicativos e realizar operações como atender e realizar ligações. Segundo Baudisch, a equipe já trabalha em uma versão reduzida do aparelho, que vai utilizar câmeras mais discretas para permitir o controle do smartphone de forma remota.
Em geral, os usuários comuns já têm tudo o que precisam à mão quando querem modificar algumas configurações no Mozilla Firefox. A janela de opções do navegador conta com praticamente todas as utilidades do dia a dia, integrando alterações de conteúdo, privacidade, segurança e acessibilidade.
Porém, para quem quer personalizar cada etapa da navegação, as preferências básicas podem acabar deixando a desejar. Mas o que alguns não sabem é que o Firefox “esconde” um verdadeiro canivete suíço, capaz de alterar várias definições avançadas e customizar todo o programa.
Aqui há dragões!
Para entrar nas definições extras do Firefox, você deve digitar about:config na barra de endereços. Em seguida, uma mensagem de alerta aparece ocupando metade da tela.
Obs: a screen capturada é do Firefox 4. A mensagem pode variar de acordo com a versão do browser.
Só por curiosidade: “HIC SUNT DRACONES” é uma expressão do latim que significa “Aqui há dragões”. Ela foi muito usada em mapas medievais para sinalizar áreas perigosas e desconhecidas pelos europeus até então. No entanto, com as dicas da nossa equipe, não há com o que se preocupar. É só clicar em “Serei cuidadoso, prometo!” e se preparar para “matar” os dragões.
A longa lista de comandos exibida parece, a princípio, assustadora para usuários que não estão habituados com linhas de programação. Para tudo dar certo, é só seguir as instruções abaixo e ficar atento ao que for alterado.
(Fonte da imagem: WebDesignBooth)Lembre-se de que toda configuração modificada aparece em negrito e pode ser restaurada para o padrão, além de não ser preciso reiniciar o navegador para elas surtirem efeito.
Não aconselhamos aos usuários iniciantes que troquem funções sem tomar conhecimento do que elas fazem.
Abaixo listamos algumas das modificações mais úteis para turbinar o seu Firefox — ou apenas deixá-lo do jeito que você gosta.
Para encontrar mais rápido os termos, copie-os e cole-os na opção “Localizar” presente na janela do about:config. Depois, basta clicar duas vezes em cima da função para alterá-la.
Miniaturas de todas as abas ativas no Firefox
Função: browser.taskbar.previews.enable
Valor: true
Por padrão, a superbar do Windows 7 só apresenta miniaturas das janelas principais do Firefox, excluindo as abas — algo diferente do que acontece em programas como o Skype e Windows Live Messenger, onde cada janela de conversa ou configuração também aparece na visualização quando você passa o mouse.
Com essa alteração, todas as abas de todas as janelas aparecerão em forma de miniatura. Ao posicionar o mouse e percorrer por elas, mesmo com o Firefox minimizado, a pré-visualização também é mostrada em tamanho real, agilizando o caminho até a página certa.
Alerta: essa função é muito útil, mas pode pesar um pouco mais no sistema e incomodar. Imagine que, se você trabalha com 20 abas, toda vez que passar o mouse por ali, a pré-visualização mostrará 20 miniaturas.
A Intel expandiu a sua linha de processadores Sandy Bridge com o
lançamento de sete modelos, incluindo os primeiros modelos do Pentium
baseados nesta arquitetura.
Abaixo você confere os modelos lançados e suas respectivas especificações
técnicas, incluindo preço nos EUA.
- Core i5-2310: Quatro núcleos, clock interno de 2,9 GHz, 6 MB de cache
L3, TDP de 95 W, US$ 177
- Core i5-2405S: Quatro núcleos, clock interno de 2,5 GHz, 6 MB de cache
L3, TDP de 65 W, US$ 205
- Core i3-2105: Dois núcleos, clock interno de 3,1 GHz, 3 MB de cache L3,
TDP de 65 W, US$ 134
- Pentium G850: Dois núcleos, clock interno de 2,9 GHz, 3 MB de cache L3,
TDP de 65 W, US$ 86
- Pentium G840: Dois núcleos, clock interno de 2,8 GHz, 3 MB de cache L3,
TDP de 65 W, US$ 75
- Pentium G620: Dois núcleos, clock interno de 2,6 GHz, 3 MB de cache L3,
TDP de 65 W, US$ 64
- Pentium G620T: Dois núcleos, clock interno de 2,2 GHz, 3 MB de cache L3,
TDP de 35 W, US$ 70
Dia 18 de dezembro de 2009, uma data que ficou marcada na memória de muitos. Nesse dia, o filme “Avatar” estava estreando no Brasil e o conceito de cinema 3D estava ganhando um novo sentido. E foi em 2010 que a onda dos filmes tridimensionais realmente pegou. Desde então, quase todos os longas começaram a ser exibidos em duas versões: uma simples e outra com objetos que saem da tela.
A evolução da experiência cinematográfica não parou por aí. Muitas empresas do ramo viram o pote de ouro que o 3D trazia e pensaram em investir em algo ainda melhor: o cinema 4D. Tal novidade não significava exatamente que os filmes ganharam uma nova dimensão (pois cada “D” faz referência a uma dimensão). O nome adotado comercialmente foi escolhido para indicar que os filmes eram 3D e ainda estimulavam outros sentidos além da visão e da audição.
Para poder simular a interação entre o filme e a sala de cinema, as empresas responsáveis pela experiência dos sentidos extras tiveram de apelar para alguns novos aparelhos. Os mais óbvios foram dispositivos para liberar fumaça, jorrar água e aquecer o ambiente. Acontece que a experiência não estava satisfatória e por isso foi preciso adotar algo que interagisse mais de perto: as cadeiras especiais para cinemas 4D.
Na verdade, cadeiras desse tipo não são muito recentes. A Disney, por exemplo, já utiliza brinquedos com “tecnologia 4D” muito antes de falarem nos cinemas 3D. Não há uma data precisa de quando essas cadeiras surgiram, porém, temos a certeza de que as novas tecnologias para esses produtos vão revolucionar o entretenimento e trarão um novo nível de realismo para os cinéfilos.
Antes da cadeira
Como você já percebeu, o cinema 4D não depende apenas de um único objeto ou de uma simples tecnologia. O conjunto de recursos faz com que os filmes realmente saiam da tela e interajam com o público. E para que tudo seja possível é preciso que uma programação prévia seja realizada, afinal, os efeitos não são realizados ao vivo.
Para cada dispositivo existe um software que controla tudo, sincronizando o que aparece na tela com o que acontece na sala. E com as cadeiras 4D não é diferente. Tomando como exemplo os produtos oferecidos pela empresa D-BOX, é possível ter uma noção de como funciona a “construção” dos efeitos.
Em um primeiro momento, uma equipe visualiza o filme inteiro e adiciona os efeitos (o chamado "motion code") em um programa específico. Esse software é compatível com um aparelho que vai comandar os motores embutidos na cadeira. Cada efeito contém instruções quanto ao momento em que deve ser ativado e a intensidade que deve gerar para que o espectador sinta a ação do filme.
Por exemplo: em uma cena de ação podem ser adicionados diversos efeitos para simular os movimentos visualizados na tela. Um efeito acionará o motor de gravidade, dando a impressão de que a pessoa está em queda livre. Outro vai fazer a cadeira tremer em um terremoto. Um terceiro pode provocar pequenas vibrações, enquanto o personagem estiver pilotando um carro numa rua esburacada. E assim por diante; o leque de possibilidades é grande.
O assento recebe os efeitos
Depois que os efeitos são devidamente programados e sincronizados, tanto com o vídeo quanto com o áudio, o envio de informações fica por conta do controlador de movimentos. Esse aparelho não reproduz o filme, mas é responsável por se comunicar com o aparelho que está executando o longa, visto que ele deve sincronizar os efeitos com as imagens.
A fabricante D-BOX, por exemplo, comercializa equipamentos que funcionam em conjunto com um computador e outros que funcionam de forma independente. O modelo compatível com PCs é conectado à cadeira por meio de um cabo USB. Ele pode ser gerenciado pelo Windows e possibilita que a pessoa que cuida da reprodução realize ajustes finais antes do início do filme.
Já os controladores de movimentos da série “Standalone” funcionam com DVDs ou Blu-rays. Esses modelos trazem HD de 80 GB, portas para conectar até quatro cadeiras, conexão de rede e regulagem do nível de intensidade. A D-BOX não informa qual aparelho é utilizado nas salas de cinema, mas, em teoria, o modelo não afeta o resultado dos efeitos especiais. Vale salientar que os controladores de movimentos podem ser adquiridos para uso residencial.
Depois que os efeitos são enviados à cadeira, basta os motores executarem as atividades. A fabricante não informa quantos efeitos podem ser realizados simultaneamente, mas observando as demonstrações é possível perceber que dois motores podem ser ativados ao mesmo tempo.
As cadeiras 4D da D-BOX possuem reguladores de fácil acesso. Esses servem para que o espectador possa modificar a intensidade dos efeitos. Vale frisar ainda que os produtos da D-BOX possuem sensores para identificar quais cadeiras estão ocupadas, desse modo, os locais vagos não funcionam indevidamente.